sexta-feira, 30 de maio de 2014

A VIDA EM ROMA - A CHEGADA (1ª PARTE) por Beatriz Piccoli

A VIDA EM ROMA – A CHEGADA (1ª PARTE) por Beatriz Piccoli




Como toda cidade grande Roma também pode parecer caótica aos olhos do turista menos avisado, que se dispõe a passar algumas horas ou até alguns dias na cidade eterna. Partindo do pressuposto de que o turista venha sem uma agência de turismo que o traga até Roma (o que é bem simples para todo paulistano que já vive numa cidade metropolitana), vou tentar passar a todos o que é a vida em Roma e assim facilitar a sua viagem com algumas dicas.
Ao desembarcar no aeroporto de Fiumicino (Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci) e antes de retirar a sua bagagem, tenha sempre em mãos algumas moedas em euro para destravar os carrinhos para carregar as malas, cobram dois euros por carrinho, caso não tenha faça uso do cartão de crédito. O aeroporto é enorme e não existe sinalização nas esteiras, por isso procure um telão enorme, onde consta o numero de seu vôo e a esteira para qual a sua mala foi encaminhada. Este telão costuma ficar bem no meio do setor de esteiras (eu contei mais de 20 esteiras). Após retirar suas malas, caso você seja afortunado e tenha o passaporte europeu, a fila pela qual você deve se dirigir é bem pequena, na verdade eu fui a primeira e a última a ser atendida, me faz pensar que os europeus pouco viajam de avião. Em contrapartida, a fila para os extra-comunitários era gigantesca, prepare-se para perder alguns bons momentos se entretendo entre alemães, japoneses, chineses e latinos, entre outros,  que desembarcam todos os dias nesta cidade que encanta a todos. Após a inspeção alfandegária em você e em suas malas, observe bem as placas indicativas (possuem desenhos também), para se encaminhar até os trens. O caminho é bem sinalizado, mas fique atento para pegar o trem no primeiro andar do aeroporto (no andar de cima), pois é onde você encontrará o trem regional FL1. No próprio andar do binário do trem (plataforma), encontra-se a bilheteria cujo valor do bilhete é de oito euros. Em contrapartida, caso você queira pegar o trem Leonardo Express, que fica no andar térreo da estação, você deverá desembolsar a quantia de 14 a 30 euros, a vantagem deste é que não tem parada, vai direto até Termini e quando há greve, não é atingido por ela, a desvantagem é que é um trem muito visado pelos ladrões quando chega a Termini, eu optei pelo regional e não tive qualquer problema em ir parando em algumas estações (são cerca de 11).  Da bilheteria do trem, no aeroporto, até o trem são cerca de 10 a 15 metros, pode-se viajar tranquilamente com suas malas dentro do trem, mas fique sempre de olho nelas. Ao sair da estação Fiumicino, este trem faz as seguintes fermatas (paradas) pela linea B (linha B):




Com este trem chega-se facilmente até a estação de metro Tiburtina, que é a segunda em termos de importância, perdendo apenas para a estação de Termini. De Tiburtina pode-se pegar outra linha de metro e chegar até Termini, sem ter que comprar outro bilhete. A fermata dependerá muito do local onde você estará alojado. Em outro texto darei dicas sobre alojamentos e diárias.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

SCURCOLA MARSICANA EM ABRUZZO

VIAJE PARA A ITÁLIA COM QUEM CONHECE E MORA NA QUERIDA BOTA. CONHEÇA NOSSOS PACOTES E NOSSOS PREÇOS.
AS MAIS BELAS E PEQUENAS CIDADES DE ABRUZZO - continuação 

por BEATRIZ PICCOLIbeatriz_piccoli@hotmail.com

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SCURCOLA MARSICANA
















Scurcola Marsicana é uma cidadezinha italiana com cerca de 2.700 habitantes na Província de Aquila, em Abruzzo. Faz parte da Comunidade Montanhosa da Marsica, a cidade é um importante centro comercial e cultural da Marsica, está localizada aos pés do Monte S. Nicola, as margens ocidental do que foi um dia o Lago do Fucino, e se estende sobre uma superfície de 3.000 hectares. Na parte alta da cidadezinha está localizado parte do Plano Palentini, onde ocorreu o teatro da Batalha de Tagliacozzo. O clima ameno e a paisagem cênica fazem deste país um centro de estância de férias próspera, especialmente no verão. Os primeiros vestígios de um território habitado em scurcolano remontam à Idade do Bronze e da Idade do Ferro, com a descoberta da investigação dos anos oitenta, com a necrópole da Idade do Ferro(localizado perto do rio que corre para o rio Imele-Salto, nas proximidades da cidade), de túmulos com objetos em ferro e bronze como fivelas, espadas e peitorais - agora todos preservados no Museu em Chieti. A presença deste grande necrópole atesta a existência de uma pequena aldeia até o cume do Monte St. Nicholas, que tem vista para a cidade hoje. Em tempos pré-romanos, a área foi habitada por pessoas em perpétuo conflito com o vizinho Marsi cujo território se estendia ao redor do lago Fucino, não muito longe de Scurcola. A escassez de recursos ea presença de uma planície fértil (Planos Palentini) foram a base destes contrastes.


Para conhecer melhor Abruzzo na Itália, entre em contato conosco:

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ou pelos telefones:

(11) 95619-8602 (Vivo)
(11) 97022-1525 (Tim)

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dicas para viajar para a Itália - 2ª parte

DICAS DE VIAGEM PARA À ITÁLIA - PARTE 2

Meu trabalho é auxiliar ítalos-brasileiros a morar na Itália, dar entrada na documentação de dupla cidadania italiana, assim como a residência, soggiorno etc. Maiores informações pelos blogs:


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- email: beatriz_piccoli@hotmail.com


MORAR NA ITÁLIA - continuação

Usar trem na Itália...é chique - Por Beatriz Piccoli


Foto interna de um trem segunda classe de Roma a Pescara

Os trens europeus diferentemente dos trens brasileiros, são utilizados por todas as faixas econômicas por serem o transporte mais seguro, mais barato e mais pontual que possa existir (fora os aviões). Até mesmo na compra de bilhetes nas cidades grandes como Roma, existe a facilidade de se dirigir à bilheterias eletrônicas e com o seu cartão de crédito efetuar a aquisição e impressão do bilhete.


Foto da estação de trem Termini, com conexão às linhas de metro.

Nas cabines eletrônicas em Termini, por exemplo, pode-se escolher o trajeto (ida e volta, só ida ou só volta), pode-se escolher a categoria (primeira classe, segunda classe) e os horários.


 Foto da bilheteria eletrônica

Após a escolha e a impressão, caso a sua viagem esteja em cima do horário, apresse-se pois existem dezenas de binários (plataformas) e alguns, em Termini, estão bem afastados das bilheterias. Não compre bilhete com menos de 15 a 20 minutos do embarque e caso você esteja com idosos ou crianças, calcule meia hora para o embarque. Já nas pequenas cidades esse problema não existe pois a bilheteria fica sempre ao lado do binário (um ou dois no máximo). Nunca se esqueça de validar o seu bilhete nas maquinas espalhadas pelas estações de trem.


 Foto da maquina para validar bilhete de trem na Itália, a validação se faz nesse espaço maior oval na cor preta, deve-se inserir o bilhete pelo seu lado menor, na entrada do orifício e aguardar o som de carimbo da máquina. 

Viajar de trem na Itália pode ser emocionante. Existe um trajeto, uma linha, que só é ativada na entrada do frio, em setembro. Podem acreditar, a linha chama-se LA TRANSIBERIANA D´ITÁLIA, é um trajeto turístico que tem seu ponto inicial na região de Abruzzo, na cidade de Sulmona e seu ponto final é a cidade de Isernia, região de Molise. A ferrovia Sulmona- Isernia (ou vice-versa) é uma linha longa somente 128,7 Km. A paisagem é espetacular pois percorre montanhas como as da estação Rivisondoli/Pesccostanzo cuja altura é de 1.268 metros acima do nível do mar, a segunda estação mais alta da Itália. Nas estações em que o trem costuma parar existem exposições de produtores locais onde se pode degustar e comprar produtos típicos das duas regiões. Dentro dos vagões grupos folclóricos se apresentam, tornando assim a viagem divertidíssima a todos.



Foto dos trens: Fleccia Rossa, trens de alta velocidade.

Contatos por email:
beatriz_piccoli@hotmail.com 
(dupla cidadania na Itália e orientações paralegais)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

DICAS DE VIAGEM PARA À ITÁLIA - PARTE 1

Meu trabalho é auxiliar italos-brasileiros a morar na Itália, dar entrada na documentação de dupla cidadania italiana, assim como a residência, soggiorno etc. Maiores informações pelos blogs:


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- email: beatriz_piccoli@hotmail.com

MORAR NA ITÁLIA: A vida é bella.....na Itália

A VIDA É BELLA......NA ITÁLIA

Resolvi republicar este texto escrito em parte por mim e publicado pela minha amiga Andréa Fassina, jornalista, no seu site: 

Só noticia boa (www.sonoticiaboas.band.uol.com.br)

Espero que curtam e se tiverem dúvidas por favor, entrem em contato. Obrigada.


DSC09993
 A vida é bella.... na Itália: brasileira foi morar na terra dos antepassados
Sáb, 01 de Junho de 2013 10:09 - Última atualização Seg, 03 de Junho de 2013 13:47 
foto: Bia em frente ao navio adornado da costa crociera na isola di giglio/Toscana Por
Andréa Fassina
Uma grande amiga paulistana fez o que os nossos antepassados italianos fizeram há 2
séculos: cruzou o oceano só que no sentido oposto, rumo à bela Itália. 
Foi morar lá e se surpreendeu ao constatar que, mesmo em meio à crise econômica européia, o país ainda é uma referência no cumprimento aos direitos do cidadão, à cidadania, à sustentabilidade, à preocupação com o próximo e ao viver bem.
Mostra que o Brasil precisa aprender muito pra chegar aos pés do velho mundo. 
Abaixo o relato de Beatriz Piccoli: 
"A vida como ela é....morar na Itália!
Bia Piccoli
A maioria dos brasileiros nem imagina a vida que se tem na Europa. 
Sim, com crise e tudo! 
Mas a vida realmente é bela... 
Ao desembarcar em Roma, que surpresa: uma linha de metrô te espera dentro do aeroporto Fiumicino e te leva até o centro de Roma. 
 Nada mais cômodo do que dispensar táxi e onibus, seja pela quantidade de malas ou por não saber a lingua. 
A única dificuldade foi a de ter que pagar para poder utilizar o carrinho do aeroporto: pra cada carrinho, 2 Euros, quase R$  5,50. Por isso tenha sempre moedas nas mãos. 
Já no centro de Roma a escolha é dificílima...
Ficar em Roma, ou partir para descobrir a tão falada bota itálica. 
Na capital milenar o turista pode escolher em pernoitar em algum hotel de duas estrelas
(comparado ao Brasil seria o de três estrelas), com tarifa que varia de 60 (R$ 150) a 100 euros (265,00) o casal. 
Quanto à refeição, existem restaurantes que organizam cardápios degustativos a preços
realmente convidativos: cerca de 10  (R$26,50) a 15 euros (R$ 40)  por pessoa, com tudo
incluído. Vale a pena pesquisar e ficar algumas noites em Roma, pois a cidade não pode ser conhecida em menos de 3 dias. O ideal seria de uma semana. 
Roma possui um sistema metropolitano ligado aos trens e facilmente, o que facilita para o turista, que pode se deslocar de um lado para outro apenas pedindo informações para as pessoas e pasmem, aqui todos adoram os brasileiros.
Dizem que somos um povo feliz, que sorri para tudo e para todos, por mais infeliz que
estejamos...rs..
Apesar disso, é necessário ter certos cuidados, pois também aqui existem pessoas que se
aproveitam de turistas desprevenidos.
Os cuidados:
Confirme sempre o valor do cardápio antes de pedir algo em um restaurante. 
Não vá onde o cardápio não indique o preço, não compre bilhetes de metrô, trem e ônibus a não ser em cabines oficiais, ande sempre com moedas trocadas, pois fica mais fácil comprar bilhetes assim. 
Se não sabe pedir na lingua italiana, mostre o que você deseja e diga: "quanto?" eles saberão te informar. 
Confira sempre o troco e nunca saia do estabelecimento sem o comprovante de pagamento, isso vale até para quem vai à feira, até na barraca de feira é obrigatório ter o comprovante de pagamento.
Nos trens, após a compra do bilhete, é necessário validá-lo em maquinas que lembram a
antiga maquina de cartão de ponto no Brasil, antes do embarque, pois em toda viagem de trem sempre passa o fiscal para verificar se o bilhete não foi validado, ou se você não possuir o bilhete.  A multa é alta, mesmo para quem é estrangeiro. 
O mesmo sistema vale para os ônibus. Apenas o metrô funciona como o nosso, agora com catracas. Dito e feito vamos para o campo. 
Vale a pena viver a vida como um simples italiano. A vida realmente é mais bela nas pequenas cidades, nos pequenos "paeses".
A vida bela:
Acorda-se cedo quando faz calor e tarde quando faz frio.
A alimentação é mais saudável, o odor do campo é mais gostoso, as frutas são mais
saborosas, o leite é mais saudável, a água já é potável na torneira, ou você pode ir até a
prefeitura no centro da cidadezinha e pegar água na fonte: água normal, ou gaseificada, pagando 0,05 euros (R$ 0,15) pelo litro. 


DSC08406
foto: sistema de agua da prefeitura, água normal e água gaseificada a 0,05 euros o litro

Aqui na cidadezinha as pessoas te cumprimentam sempre e o custo de vida vale a pena. 
Nos pequenos "paeses" todos se conhecem pelo nome e sobrenome. 
Apesar disso existem certas dificuldades na adaptação de quem nasceu e viveu na grande metrópole como São Paulo (Brasil).
Costumes:
Os ônibus, por exemplo, passam em horários pré-determinados e se você perder o seu horário, terá que aguardar o próximo, que pode até passar em algumas horas ou não passar mais. Mas não se desespere, pois a distância entre os paeses é bem pequena e você poderá fazer o trajeto a pé. Outra dificuldade é a tradição que o italiano possui de fazer o "riposino" ou seja, descansar após o almoço, e isso significa que o estabelecimento onde ele trabalha, ou é o proprietário, estará fechado das 13 hs até as 16 hs. Em alguns paeses vários estabelecimentos abrem as 15h, mas todos fecham para o almoço. E não se assuste ao ver que mesmo com o estabelecimento fechado as mercadorias estão expostas, do lado de fora da loja.

Segurança:
Aqui ninguém mexe em nada; mesmo que você esqueça as chaves no contato do carro e o carro ligado, ninguém o levará embora...rs.. 
Aliás, perder o cartão de crédito  pré-pago como foi o nosso caso, não chegou nem sequer a ser comunicado o fato ao banco credor, pois no mesmo dia o nosso cartão foi entregue no único banco da cidadezinha, sem ter sido utilizado. 
E com relação as casas? chega-se ao cúmulo de deixar a porta fechada sim, mas com as
chaves do lado de fora da casa. Afinal alguém pode querer entrar..rs.. 
Economia:
Mas vamos as compras: o custo de vida aqui na Itália (nos pequenos "paeses") é bem menor do que no Brasil, desde a compra dos alimentos até na aquisição dos bens duráveis (e mais bem acabados do que no Brasil). Os preços também são bem menores. 
A única ressalva seria com relação a carne, mas aqui a variedade é bem maior e por isso não pesa tanto.
Alimentação:
Cozinhar na Itália é uma realização para qualquer pessoa, seja um chef de cozinha renomado, ou uma simples dona de casa. 
Desde a diversidade das pastas até a qualidade dos molhos.
E o que não dizer da grande utilização dos queijos, que aqui custam menos do que uma dúzia de tomates, ah e o tomate....Euros 0,90 (R$ 2,50) o quilo. 
 O quilo da ricota - ricota italiana daquelas que derretem na boca - pode custar até 2 euros  R$ 5,30).
Aproveita-se quase tudo aqui.  
Nas montanhas que ficam na cidade pode-se colher desde aspargos selvagem, até verduras como espinafre ou chicória.


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foto: preço da carne de frango ou peru


Resíduos:
E falando em aproveitar, o lixo aqui é reciclado desde a origem, ou seja, desde dentro de casa. Todos  possuem vários cestos de lixo, um de cada cor, um para cada tipo de residuo, ou seja, orgânico, vidro, lata,  e papel comum ( papel higiênico é jogado no próprio vaso sanitário)
A cidade possui um container amarelo enorme, onde as pessoas depositam roupas e sapatos que querem doar. 
Cada dia da semana passa um caminhão que recolhe um determinado tipo de residuo.
Tem um dia para vidro. e assim por diante. 
A prefeitura, que organiza a coleta, distribui sacos biodegradáveis para colocar nos cestos. 
 Supermercado:
Mas o que mais me deixou perplexa foi fazer compras no supermercado. 
 Além de ter que pagar pela sacola, porque ela não é necessária para a coleta de lixo, e ter que colocar moedas no carrinho de compra para liberar o mesmo para uso, tem mais uma grande novidade: a o me dirigir até a parte de frutas e legumes, qual não foi a minha surpresa ao ter minha atenção chamada pelo meu Tio Odoardo: "Beatrice, aqui deve-se usar luvas"...
Sim...ao escolher frutas e legumes, deve-se proteger a mãos. Não é para que não as suje, mas para que você pegue as frutas sem que tenham sido tocadas por outra pessoa. 
Isso é civilidade, é pensar antes no próximo e depois em você, por isso ainda é o Primeiro Mundo.E apesar da crise, nada tira o seu titulo muito menos o seu encanto."
Beatriz Piccoli
A Beatriz tem um blog que trata da dupla cidadania para descendentes de italianos.  O
trabalho facilita ao filho, neto ou bisneto de italiano tirar a cidadania e conseguir mais rápido o
passaporte italiano. 
Grazie Bia!
Serviço
BLOG: 
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SCURCOLA MARSICANA - AQUILA
andrea@sonoticiaboa.com.br 

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